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	<title>Arquivos Política - Caldas Notícias</title>
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	<title>Arquivos Política - Caldas Notícias</title>
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		<title>Em evento de apoio a Flávio Bolsonaro, Daniel Vilela pede inspiração em gestão de Michel Temer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[caldasnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 20:20:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Foi um governo realizador e transformador nesse país&#8221; Durante evento de apoio a Flávio Bolsonaro (PL) em São Paulo, na</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Foi um governo realizador e transformador nesse país&#8221;</p>
<p>Durante evento de apoio a Flávio Bolsonaro (PL) em São Paulo, na terça-feira (13), o governador Daniel Vilela (MDB) pediu ao presidenciável para se inspirar em Jair Bolsonaro (PL), mas também no ex-presidente Michel Temer (MDB). “Foi um governo realizador e transformador nesse país.”</p>
<p>Na ocasião, Daniel também afirmou que, em Goiás, Flávio não precisa se preocupar, pois “vamos trabalhar muito nesses próximos dias”. “Vai se preocupar com outros estados, mas o mais importante é que você vai contar com todos nós para fazer esse grande governo”, declarou.</p>
<p>O governador ressaltou que o MDB sempre teve como característica ser um partido de sustentação política a vários governos. “Você pode observar que grande parte dos nossos emedebistas por esse Brasil afora são políticos de resultado, são políticos eficientes, que preconizam a administração com eficiência, com resultado”, disse e emendou que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), é um “emedebista de coração”.</p>
<blockquote><p>“Queria dizer a você, Flávio, que conte com esse partido, um partido que tem e sabe da sua importância e da importância que o Brasil espera de todos nós nesses próximos quatro anos. Nós acreditamos em você, estamos aqui com muita convicção de que você representa esse futuro e essa esperança que o Brasil tanto almeja.”</p></blockquote>
<p>Na ocasião, 17 diretórios do MDB declararam apoio a Flávio Bolsonaro. Na mesma data, outros dez firmaram voto no presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), todos do Norte e Nordeste. O evento foi organizado pelo presidente do partido, Baleia Rossi, Daniel Vilela e Tarcísio de Freitas.</p>
<p>Quanto ao presidente Temer, um dia após a eleição de 4 de outubro, ele declarou apoio ao candidato do PL. Na ocasião, ele afirmou que a sociedade quer novas ideias e atitudes, além de um caminho diferente. “Quer, portanto, reconexão. E reconexão é Flávio.”</p>
<p><strong>Resultado do primeiro turno</strong></p>
<p>Flávio avançou para o segundo turno com 47,03%, enquanto Lula chegou a 45,16%. Em números, a diferença é de 2,2 milhões de eleitores. O escritor Augusto Cury ficou na terceira posição, com 2,89% dos votos válidos; Renan Santos (Missão), com 2,24%; e o quinto foi o ex-governador Ronaldo Caiado (PSD), com 2,18%. Os demais não chegaram a 1%.</p>
<p>Fonte: Mais Goiás.</p>
<p>Foto: Reprodução.</p>
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		<title>O CASO EDUARDO BOLSONARO: O Poder de um Passaporte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[caldasnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 20:08:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No dia 8 de outubro de 2026, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), declarou definitiva a</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 8 de outubro de 2026, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), declarou definitiva a condenação do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro por coação no curso do processo, aplicando-lhe pena de 4 anos e 2 meses de reclusão, em regime semiaberto. Na mesma decisão, determinou:</p>
<p>&#8211; ✅ A expedição de mandado de prisão</p>
<p>&#8211; ✅ O cancelamento de todos os passaportes brasileiros emitidos em nome dele</p>
<p>&#8211; ✅ A suspensão de seus direitos políticos</p>
<p>&#8211; ✅ A inclusão de seu nome no Banco Nacional de Monitoramento de Prisões</p>
<p><strong>O PASSAPORTE ITALIANO: Uma Nova Realidade Internacional</strong></p>
<p>Pouco tempo após a divulgação da decisão, Eduardo Bolsonaro exibiu publicamente seu passaporte italiano, obtido por direito de cidadania por descendência. Esse detalhe muda completamente o cenário internacional do caso.</p>
<p>O passaporte italiano está entre os mais fortes do mundo, garantindo ao seu cidadão:</p>
<p>&#8211; 🇪🇺 Livre circulação em toda a União Europeia — pode viver, trabalhar e circular sem restrições pelos 27 países do bloco</p>
<p>&#8211; 🇺🇸 Acesso aos Estados Unidos sem necessidade de visto — pelo Programa de Isenção de Visto dos EUA (Visa Waiver Program), com autorização eletrônica (ESTA)</p>
<p>&#8211; Acesso a aproximadamente 185 países sem visto ou com procedimento simplificado, consolidando-se como um dos documentos de viagem mais poderosos do planeta</p>
<p>Ou seja: independentemente do cancelamento de seu documento brasileiro, Eduardo Bolsonaro continua possuindo um passaporte que lhe abre as portas de praticamente todo o mundo ocidental.</p>
<p><strong>LIMITES TERRITORIAIS DE UMA DECISÃO BRASILEIRO </strong></p>
<p>É fundamental compreender que a decisão do STF tem força apenas dentro do território brasileiro:</p>
<p>&#8211; ❌ O cancelamento do passaporte brasileiro não anula nem invalida seu documento italiano — trata-se de um documento emitido por outro Estado soberano</p>
<p>&#8211; ❌ Os Estados Unidos não extraditam pessoas neste tipo de situação, e não há tratado que obrigue a entrega dele ao Brasil</p>
<p>&#8211; ❌ A Interpol não incluiu seu nome na Difusão Vermelha, conforme relatos internacionais</p>
<p>&#8211; ✅ Enquanto estiver em território estrangeiro, ele circula legalmente como cidadão italiano</p>
<blockquote><p>&#8220;A decisão judicial brasileira não tem poder além das fronteiras nacionais. O passaporte italiano continua válido e reconhecido internacionalmente.&#8221;</p></blockquote>
<p><strong>RESUMO</strong></p>
<p>Ação do STF Efeito prático</p>
<p>Cancelou passaporte brasileiro ✅ Sem efeito fora do Brasil</p>
<p>Emitiu mandado de prisão ✅ Válido apenas em território nacional</p>
<p>Passaporte italiano ✅ Válido e aceito em todo o mundo</p>
<p>Fonte: Agência Brasil / G1 / DW / AP News.</p>
<p>Foto: Reprodução.</p>
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		<item>
		<title>Ana Elisa expõe o atraso da esquerda nas redes sociais e vira alvo de ataques</title>
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		<dc:creator><![CDATA[caldasnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Oct 2026 17:33:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que mais chama a atenção é que Ana Elisa não tem medo de criticar até mesmo a esquerda. Em</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O que mais chama a atenção é que Ana Elisa não tem medo de criticar até mesmo a esquerda. Em diversas entrevistas, a deputada federal classifica como um erro crasso o fato de políticos desse campo ideológico nunca terem conseguido dominar a narrativa nas redes sociais e apostarem no jeito antigo de se comunicar</p>
<p>Ana Elisa Santos Silva, de 21 anos, é uma jovem preta e periférica que foi eleita a mulher mais votada da história de Minas Gerais, além de ser a mais jovem já eleita no país. Com boa dicção, argumentos afiados e uma capacidade de comunicação que falta a boa parte da classe política, ela tem chamado a atenção de quem acompanha os conteúdos compartilhados por apoiadores de Lula da Silva (PT). Até mesmo os adversários estão de olho nela. E não é por acaso.</p>
<p>Nascida em 31 de agosto de 2005, em Divinópolis (MG), Ana Elisa é criadora de conteúdo nas redes sociais e conta com mais de 2 milhões de seguidores. Em número de votos, ficou atrás apenas de Nikolas Ferreira (PL). É filha de uma mulher negra, professora e mãe solo.</p>
<p>Como grande parte dos brasileiros, Ana Elisa sabe o que é precisar se desdobrar para conciliar diferentes responsabilidades na busca por um futuro melhor. Estudante de Direito, atuava, até pouco antes das eleições, como estagiária no Tribunal Regional do Trabalho de Minas Gerais (TRT-MG), onde recebia uma bolsa de aproximadamente R$ 1,7 mil.</p>
<p>Mas o que mais chama a atenção não é apenas sua trajetória pessoal ou o desempenho nas urnas. É a disposição de criticar a própria esquerda, algo que muitos de seus representantes parecem evitar por receio de contrariar lideranças e estruturas partidárias consolidadas.</p>
<p>Em diversas entrevistas, a deputada federal classifica como um erro crasso o fato de políticos desse campo ideológico nunca terem conseguido dominar a narrativa nas redes sociais. E ela tem razão. Enquanto a direita compreendeu, há anos, que a disputa política também acontece nas telas dos celulares, boa parte da esquerda continuou presa a modelos tradicionais de comunicação, discursos engessados e estratégias que parecem ter parado no tempo.</p>
<p>O resultado está diante dos nossos olhos. A direita conseguiu transformar influenciadores em lideranças políticas, engajamento em mobilização e seguidores em eleitores. Já a esquerda, mesmo contando com estruturas partidárias robustas e figuras conhecidas nacionalmente, demorou a compreender que não basta estar presente nas redes sociais. É preciso saber se comunicar.</p>
<p>Ana Elisa conta que, ao receber o convite para disputar as eleições, ouviu que deveria ter cuidado, já que as redes sociais poderiam render curtidas, mas isso não necessariamente se converteria em votos. O resultado das eleições mostrou justamente o contrário.</p>
<p>Essa visão revela um dos grandes problemas da velha política, especialmente de setores da esquerda: a dificuldade de reconhecer que a maneira de fazer política mudou. Há quem ainda trate as redes sociais como um espaço secundário, destinado apenas à divulgação de agendas, fotografias e discursos institucionais. Enquanto isso, seus adversários disputam narrativas, conquistam públicos e estabelecem conexões diretas com o eleitorado.</p>
<p>E é justamente nesse cenário que Ana Elisa começa a incomodar.</p>
<p>Seu crescimento político e o engajamento nas plataformas digitais também vieram acompanhados de ameaças e ataques. O episódio merece atenção porque ultrapassa os limites de uma divergência ideológica. Discordar de uma parlamentar, questionar suas ideias ou confrontar seus argumentos faz parte da democracia. Ameaçá-la por sua atuação política é algo completamente diferente.</p>
<p>Há uma contradição preocupante nesse cenário. Uma jovem que conquistou espaço por meio da comunicação e do voto passa a enfrentar intimidações justamente por exercer o protagonismo que as urnas lhe garantiram. Independentemente da posição ideológica, ameaças não podem ser naturalizadas como consequência da exposição pública.</p>
<p>Também chama a atenção o fato de que Ana Elisa representa uma combinação que ainda provoca resistência em determinados espaços de poder: é jovem, mulher, negra, periférica e demonstra capacidade de disputar narrativas com políticos muito mais experientes.</p>
<p>Mas, aos poucos, ela vem mostrando que os jovens entendem do que falam, e muito bem. São notórias as mudanças nas redes sociais de Lula da Silva. A aparição do presidente em vídeos no formato de selfies já tem surtido efeito em termos de engajamento, chegando a 9,9 milhões de curtidas, comentários e compartilhamentos, segundo informações divulgadas pela jornalista Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo.</p>
<p>Essa mudança evidencia algo que a esquerda deveria ter compreendido há muito tempo: comunicação política não pode se limitar a discursos elaborados para convencer quem já está convencido. É preciso dialogar com públicos diferentes, compreender a linguagem das plataformas e abandonar a ideia de que a relevância de uma mensagem depende exclusivamente da autoridade de quem a transmite.</p>
<p>Durante anos, a esquerda pareceu acreditar que a força de suas bandeiras seria suficiente para conquistar a atenção do eleitorado. Não foi. Enquanto seus representantes insistiam em fórmulas tradicionais, a direita ocupava espaços, criava personagens políticos e estabelecia uma relação direta com milhões de brasileiros.</p>
<p>A questão não é simplesmente produzir vídeos curtos ou acumular seguidores. É compreender que a comunicação deixou de ser um instrumento complementar da política para se tornar um dos principais territórios da disputa pelo poder.</p>
<p>Como será o mandato de Ana Elisa na Câmara dos Deputados? Só o futuro poderá nos dizer. O desempenho nas redes sociais, por si só, não garante uma atuação parlamentar consistente. Será necessário transformar popularidade em trabalho legislativo, capacidade de articulação e resultados concretos para a população.</p>
<p>Ainda assim, sua trajetória já expõe uma lição que parte da esquerda insiste em ignorar: não se pode desprezar uma geração inteira de eleitores apenas porque ela se informa, debate e participa da política de maneira diferente.</p>
<p>Estamos presenciando, inclusive, uma inversão nos discursos políticos. Setores da direita, frequentemente acusados de disseminar desinformação, agora também passaram a utilizar esse argumento para questionar adversários. Isso mostra como a disputa pela credibilidade se tornou parte central da batalha política nas plataformas digitais.</p>
<p>A direita deu um banho na esquerda nesse aspecto. Compreendeu mais rapidamente a força das redes, investiu em narrativas de fácil circulação e soube transformar comunicação em capital político. A esquerda, por sua vez, demorou a reagir e, em muitos momentos, pareceu mais preocupada em criticar a linguagem dos adversários do que em construir uma estratégia própria.</p>
<p>Ana Elisa pode representar uma mudança nesse cenário. Não porque seja capaz de resolver, sozinha, os problemas de comunicação de todo um campo político, mas porque demonstra compreender algo que dirigentes experientes ainda resistem a aceitar: a política mudou, o eleitor mudou e a maneira de estabelecer conexões também precisa mudar.</p>
<p>As ameaças que enfrenta tornam essa trajetória ainda mais preocupante. A democracia precisa garantir que novas lideranças possam surgir, disputar ideias e conquistar espaço sem que a intimidação seja utilizada como instrumento para silenciá-las.</p>
<p>Talvez o maior desafio de Ana Elisa não seja enfrentar a direita, mas convencer a própria esquerda de que é preciso abandonar velhos hábitos para continuar relevante. Afinal, não adianta reclamar da força digital dos adversários quando se passou tanto tempo desprezando o ambiente em que essa força foi construída.</p>
<p>A esquerda passou anos assistindo à direita dominar as redes sociais. Agora que surge uma jovem capaz de disputar esse espaço, resta saber se terá inteligência para ouvi-la ou se continuará refém de uma velha política que insiste em não compreender o presente.</p>
<p>Fonte: Jornal Opção.</p>
<p>Foto: Reprodução.</p>
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		<title>Moraes determina prisão de Eduardo Bolsonaro e início do cumprimento da pena</title>
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		<dc:creator><![CDATA[caldasnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 17:20:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quinta-feira (8) a expedição de mandado de prisão</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quinta-feira (8) a expedição de mandado de prisão contra o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e o início do cumprimento da pena de quatro anos e dois meses de reclusão, em regime inicialmente semiaberto. A decisão ocorre após o encerramento das possibilidades de recurso contra a condenação.</p>
<p>Eduardo foi condenado pela Primeira Turma do STF pelo crime de coação no curso do processo. Segundo a acusação acolhida pelo Supremo, o ex-parlamentar atuou nos Estados Unidos para pressionar autoridades estrangeiras e constranger integrantes do Judiciário brasileiro durante o processo que envolveu a trama golpista e a condenação de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).</p>
<p>Com o trânsito em julgado, não há mais possibilidade de recursos ordinários contra a condenação, permitindo o início da execução da pena. Moraes também determinou o cancelamento de todos os passaportes emitidos em nome de Eduardo Bolsonaro.</p>
<p><strong>Atuação nos Estados Unidos</strong></p>
<p>A denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República apontou que Eduardo Bolsonaro e o jornalista Paulo Figueiredo utilizaram contatos com integrantes do governo dos Estados Unidos, além de assessores e conselheiros ligados ao presidente Donald Trump, em uma tentativa de pressionar autoridades brasileiras.</p>
<p>A acusação sustentou que a atuação tinha como objetivo constranger o Supremo Tribunal Federal e interferir no andamento dos processos relacionados à investigação da tentativa de golpe de Estado.</p>
<p>Durante o julgamento, Moraes afirmou que não caberia a um deputado federal brasileiro atuar no exterior contra instituições do próprio país. O ministro também relacionou a pressão exercida nos Estados Unidos à adoção de medidas comerciais contra o Brasil durante o período de tensão entre os dois países.</p>
<p><strong>Defesa alegou perseguição política</strong></p>
<p>Após o recebimento da denúncia, Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo contestaram as acusações e classificaram o processo como uma perseguição política. Os dois também fizeram críticas à atuação da Procuradoria-Geral da República e ao procurador-geral Paulo Gonet.</p>
<p>A defesa de Eduardo sustentou que a atuação do ex-deputado nos Estados Unidos fazia parte de sua atividade política e negou que ele tenha praticado os crimes apontados pela acusação.</p>
<p><strong>Pena</strong></p>
<p>O STF condenou Eduardo Bolsonaro a quatro anos e dois meses de prisão, em regime inicial semiaberto, pelo crime de coação no curso do processo. A Corte considerou que houve atuação para interferir no julgamento da ação penal envolvendo Jair Bolsonaro.</p>
<p>Com a decisão desta quinta-feira, Moraes determinou o início da execução da pena e a expedição do mandado de prisão. Como Eduardo está nos Estados Unidos, o cumprimento efetivo da ordem dependerá de sua localização e dos procedimentos legais para eventual retorno ao Brasil.</p>
<p>Fonte: Diario da Manhã.</p>
<p>Foto: Reprodução.</p>
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		<item>
		<title>Lula deve anunciar nesta sexta-feira proibição das bets no Brasil</title>
		<link>https://caldasnoticias.com.br/lula-deve-anunciar-nesta-sexta-feira-proibicao-das-bets-no-brasil/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[caldasnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Sep 2026 18:38:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Medida provisória deve atingir apostas esportivas e cassinos on-line; governo também prepara ações para reduzir impacto sobre famílias e clubes</p>
<p>O post <a href="https://caldasnoticias.com.br/lula-deve-anunciar-nesta-sexta-feira-proibicao-das-bets-no-brasil/">Lula deve anunciar nesta sexta-feira proibição das bets no Brasil</a> apareceu primeiro em <a href="https://caldasnoticias.com.br">Caldas Notícias</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-excerpt">Medida provisória deve atingir apostas esportivas e cassinos on-line; governo também prepara ações para reduzir impacto sobre famílias e clubes de futebol</div>
<div>
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<article data-url="https://www.jornalopcao.com.br/politica/lula-deve-anunciar-nesta-sexta-feira-proibicao-das-bets-no-brasil-871864/">
<div class="post-content">
<div class="content-right">
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<p class="wp-block-paragraph">O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve anunciar nesta sexta-feira, 25, em São Paulo, uma medida provisória (MP) para proibir o funcionamento das plataformas de apostas on-line, conhecidas como bets, no Brasil. A apresentação está prevista para as 17h, durante um evento sobre medidas de proteção às famílias e à economia popular. Até o início da tarde desta sexta, o texto definitivo da MP ainda não havia sido publicado oficialmente.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A proposta foi discutida durante as últimas semanas pelo governo. Inicialmente, estavam em análise alternativas como restrições aos cassinos on-line e à publicidade das apostas. O governo passou a trabalhar, porém, com uma medida de alcance mais amplo, que pode atingir tanto as apostas esportivas quanto os jogos de cassino virtual.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O anúncio ocorre nove dias antes do primeiro turno das eleições de 2026. A proximidade com o calendário eleitoral já provocou repercussão entre setores afetados pela medida. O alcance e os efeitos concretos da decisão dependerão do texto que for efetivamente editado pelo governo.</p>
<h3 class="wp-block-heading">Regulamentação começou em 2025</h3>
<p class="wp-block-paragraph">O mercado de apostas de quota fixa foi autorizado no Brasil pela Lei nº 13.756/2018, aprovada durante o governo Michel Temer. Posteriormente, a Lei nº 14.790/2023 estabeleceu novas regras para as apostas de quota fixa e os jogos on-line.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A regulamentação federal passou a valer de forma efetiva em 1º de janeiro de 2025, quando somente empresas autorizadas pela Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA), do Ministério da Fazenda, puderam operar nacionalmente. Atualmente, o governo informa que 85 empresas estão autorizadas.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Cada autorização exige o pagamento de uma outorga de R$ 30 milhões, válida por cinco anos e que permite a operação de até três marcas. As empresas também estão sujeitas a regras de fiscalização, tributação, publicidade e prevenção a práticas ilícitas.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O próprio Ministério da Fazenda vinha ampliando as regras para o setor. Em julho deste ano, por exemplo, passou a exigir que peças publicitárias de apostas tragam advertências sobre os riscos de dependência, perda de dinheiro e a diferença entre aposta e investimento.</p>
<h3 class="wp-block-heading">Lula critica impacto das apostas</h3>
<p class="wp-block-paragraph">Lula passou a defender publicamente o fim das bets nas últimas semanas. Em declaração durante um evento do setor cultural, na quarta-feira (23), o presidente afirmou que pretende acabar com as plataformas e disse que os clubes de futebol terão de buscar outras fontes de receita.</p>
<blockquote>
<p class="wp-block-paragraph">“Nós vamos acabar com as bets, e os times que aprendam a virar times de empresários. Esta não é uma guerra, é uma decisão”, afirmou Lula, segundo relatos divulgados sobre o evento.</p>
</blockquote>
<p class="wp-block-paragraph">O presidente também relacionou as apostas ao endividamento das famílias e ao impacto sobre jovens e torcedores.</p>
<h3 class="wp-block-heading">Clubes de futebol podem receber medidas de apoio</h3>
<p class="wp-block-paragraph">A possibilidade de proibição preocupa clubes de futebol, que têm contratos de patrocínio com empresas de apostas. Segundo informações divulgadas por veículos que acompanham as discussões no governo, após a definição das restrições às bets, o Executivo avalia medidas de apoio aos clubes.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Entre as possibilidades discutidas estão ampliação de linhas de crédito e renegociação de dívidas das equipes. As medidas ainda dependem de definição do governo.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O impacto sobre o futebol é relevante porque as casas de apostas se tornaram uma das principais fontes de patrocínio do esporte brasileiro nos últimos anos. Uma eventual proibição poderá exigir a substituição desses contratos por outras fontes de receita.</p>
<h3 class="wp-block-heading">Governo também endurece combate ao mercado ilegal</h3>
<p class="wp-block-paragraph">A decisão ocorre enquanto o Ministério da Fazenda mantém medidas para combater plataformas que operam sem autorização. Em setembro, a Secretaria de Prêmios e Apostas publicou uma portaria ampliando procedimentos para prevenir, identificar e reprimir transações de pagamento relacionadas à exploração irregular das apostas.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O governo também mantém desde dezembro de 2025 uma plataforma centralizada de autoexclusão, que permite ao usuário bloquear voluntariamente o acesso a todas as casas de apostas federais autorizadas.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A medida provisória prevista para esta sexta-feira poderá alterar de forma significativa o modelo regulado criado pelo próprio governo federal a partir de 2023. O texto final será necessário para definir quais modalidades serão proibidas, como ocorrerá a transição para as empresas autorizadas e quais regras serão aplicadas aos usuários, publicidade e clubes de futebol.</p>
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<div class="page-general dynamic-sidebar-section dss-column">
<div id="block-22" class="wp-row-widget widget_block">Fonte: Jornal Opção.</div>
<div>Foto: Reprodução.</div>
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<p>O post <a href="https://caldasnoticias.com.br/lula-deve-anunciar-nesta-sexta-feira-proibicao-das-bets-no-brasil/">Lula deve anunciar nesta sexta-feira proibição das bets no Brasil</a> apareceu primeiro em <a href="https://caldasnoticias.com.br">Caldas Notícias</a>.</p>
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		<title>Todo mundo quer o voto dos jovens, mas ouvi-los depois da eleição é outra história</title>
		<link>https://caldasnoticias.com.br/todo-mundo-quer-o-voto-dos-jovens-mas-ouvi-los-depois-da-eleicao-e-outra-historia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[caldasnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 21:09:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em ano eleitoral, candidatos disputam a atenção de uma geração que representa mais de um quinto do eleitorado goiano, mas</p>
<p>O post <a href="https://caldasnoticias.com.br/todo-mundo-quer-o-voto-dos-jovens-mas-ouvi-los-depois-da-eleicao-e-outra-historia/">Todo mundo quer o voto dos jovens, mas ouvi-los depois da eleição é outra história</a> apareceu primeiro em <a href="https://caldasnoticias.com.br">Caldas Notícias</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em ano eleitoral, candidatos disputam a atenção de uma geração que representa mais de um quinto do eleitorado goiano, mas o desafio vai além das urnas: transformar o interesse pelo voto jovem em participação efetiva nas decisões políticas</p>
<p>Existe uma época em que a juventude se torna prioridade para praticamente todos os grupos políticos: o período eleitoral. É quando candidatos passam a frequentar universidades, intensificam a presença nas redes sociais e colocam no discurso temas como primeiro emprego, educação, cultura, tecnologia e oportunidades.</p>
<p>Durante alguns meses, os jovens são apresentados como fundamentais para decidir o futuro do país. O problema é que, depois que as urnas são fechadas, muitas vezes esse interesse desaparece. A juventude, tão disputada durante a campanha, volta a ocupar pouco espaço justamente onde as decisões são tomadas.</p>
<p>Essa contradição merece atenção nas eleições de 2026. Em Goiás, mais de 1,1 milhão de eleitores têm entre 18 e 29 anos. Juntos, representam mais de um quinto do eleitorado estadual e formam um grupo com força suficiente para interferir diretamente no resultado de uma disputa equilibrada.</p>
<p>Há ainda 61.116 adolescentes de 16 e 17 anos aptos a votar neste ano, mesmo sem a obrigação de comparecer às urnas. O número, porém, diminuiu. São 6.271 jovens a menos do que nas eleições municipais de 2024, uma redução de 9,31%. Entre os adolescentes de 16 anos, a queda chegou a 14,34%.</p>
<p>É fácil olhar para esses dados e dizer que o jovem está desinteressado pela política. Mais difícil é fazer a pergunta contrária: o que a política tem feito para que o jovem queira participar dela?</p>
<p><strong>Não basta lembrar da juventude para pedir voto</strong></p>
<p>Existe uma diferença entre querer o voto dos jovens e querer os jovens dentro da política. Durante as campanhas, vemos candidatos tentando falar a linguagem dessa geração, criando conteúdos específicos para as redes sociais e participando de ambientes que normalmente não frequentam fora do período eleitoral.</p>
<p>Não há problema algum em buscar aproximação. O problema é quando ela começa meses antes da eleição e termina assim que o último voto é contado. Se o jovem é importante para decidir quem será eleito, também deveria ser importante para ajudar a decidir o que será feito depois da eleição.</p>
<p>Quantos jovens participam efetivamente das decisões partidárias? Quantos ocupam posições de liderança? Quantos são chamados para formular programas de governo? Quantos participam da construção das políticas públicas que depois serão apresentadas como iniciativas destinadas à juventude?</p>
<p>A política gosta de falar sobre renovação, mas renovar exige mais do que trocar a linguagem de uma campanha. Exige abrir espaço. Não basta colocar jovens em fotografias, caminhadas e eventos políticos. É preciso permitir que eles também estejam nas mesas onde as decisões são tomadas.</p>
<p><strong>Juventude não é apenas o futuro</strong></p>
<p>Há uma frase repetida há décadas de que os jovens são o futuro do país. Parece bonita, mas talvez seja hora de questioná-la. A juventude não é apenas o futuro. Ela faz parte do presente e já enfrenta hoje as consequências das escolhas feitas pelo poder público.</p>
<p>Quem tem 18, 20 ou 25 anos procura emprego, paga impostos, utiliza transporte público, estuda, empreende, tenta entrar ou permanecer na universidade e enfrenta o custo cada vez maior de conquistar independência. São problemas atuais e diretamente relacionados às decisões políticas.</p>
<p>Por isso, não faz sentido tratar as demandas dessa geração como algo que poderá ser resolvido amanhã. O primeiro emprego é uma necessidade de hoje. Educação, qualificação profissional, cultura, moradia, segurança e oportunidades também são questões do presente.</p>
<p>Da mesma forma, não precisamos continuar repetindo que é necessário “dar voz aos jovens”. Os jovens já têm voz. O que falta, muitas vezes, é espaço para que essa voz tenha influência sobre as decisões.</p>
<p><strong>TikTok não é política pública</strong></p>
<p>As eleições de 2026 serão marcadas por uma disputa intensa pela atenção dos jovens nas redes sociais. Veremos candidatos produzindo vídeos curtos, participando de podcasts, utilizando memes e tentando adaptar sua comunicação às plataformas digitais.</p>
<p>A política precisa acompanhar as mudanças na forma como as pessoas se comunicam. O problema aparece quando a modernização termina na tela do celular. Não adianta ter linguagem jovem e continuar fazendo política sem a participação dos jovens.</p>
<p>Também não adianta saber fazer uma trend e desconhecer as dificuldades de quem procura o primeiro emprego. Não adianta visitar uma universidade durante a campanha e nunca mais voltar depois de eleito. Muito menos defender renovação nas redes enquanto as estruturas políticas continuam fechadas para novas pessoas e novas ideias.</p>
<p>Redes sociais aproximam candidatos e eleitores, mas não substituem políticas públicas. Seguidores não são necessariamente eleitores, visualizações não representam votos e viralização não significa confiança. Uma campanha pode aprender a falar com os jovens sem necessariamente aprender a ouvi-los.</p>
<p><strong>Talvez o problema não seja o jovem</strong></p>
<p>É comum ouvir que os jovens não gostam de política. Essa explicação, porém, pode ser confortável demais. Jovens discutem diariamente emprego, educação, transporte, meio ambiente, segurança, tecnologia, cultura, custo de vida e oportunidades profissionais. Tudo isso é política.</p>
<p>Talvez parte dessa geração não esteja distante dos assuntos políticos, mas da maneira tradicional como a política é feita. Muitos cresceram acompanhando escândalos, promessas não cumpridas, polarização e discussões que frequentemente parecem mais preocupadas em gerar repercussão do que encontrar soluções.</p>
<p>Por isso, a redução no número de eleitores de 16 e 17 anos em Goiás precisa provocar reflexão. Podemos simplesmente culpar os adolescentes por não tirarem o título ou perguntar se partidos, governos e instituições têm conseguido mostrar que a participação deles realmente faz diferença.</p>
<p>Se queremos mais jovens votando, precisamos também construir uma política na qual eles consigam se enxergar. Não apenas como eleitores que serão procurados durante três meses de campanha, mas como cidadãos que devem ser ouvidos durante todos os anos de um mandato.</p>
<p><strong>O voto precisa ser o começo</strong></p>
<p>A responsabilidade também é da juventude. Se queremos ocupar mais espaço, precisamos participar. Isso não significa necessariamente ser candidato ou se filiar a um partido. Significa acompanhar decisões, fiscalizar representantes, cobrar promessas e compreender que política não termina na urna.</p>
<p>Talvez seja justamente aí que os jovens possam mudar essa relação. Se um candidato apareceu em uma universidade durante a campanha, é legítimo perguntar se voltou durante o mandato. Se prometeu oportunidades para o primeiro emprego, é preciso acompanhar o que fez depois de eleito. Se disse que daria espaço à juventude, devemos observar quem realmente passou a participar das decisões.</p>
<p>Em outubro, milhares de jovens goianos ouvirão que são importantes, que representam renovação e que podem decidir as eleições. Muitos ouvirão essas frases pela primeira vez. Outros já terão escutado exatamente o mesmo discurso em eleições anteriores.</p>
<p>Quando um candidato disser que acredita na juventude, precisamos perguntar qual espaço os jovens ocupam em seu projeto. Quando falar em renovação, precisamos observar se ela existe fora das redes sociais. E quando pedir o voto jovem, é justo perguntar onde estava esse interesse nos anos anteriores.</p>
<p>Lembrar da juventude durante uma eleição é fácil. O verdadeiro compromisso começa quando as urnas fecham.</p>
<p>Se os políticos querem o voto dos jovens em 2026, precisam entender que essa geração não quer ser lembrada apenas quando pode decidir uma eleição. Quer participar das decisões tomadas depois dela.</p>
<p>Fonte: Jornal Opção.</p>
<p>Foto: Reprodução.</p>
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		<title>Lula manda recado a Trump: &#8220;Ninguém nos derrotará com mentiras&#8221;</title>
		<link>https://caldasnoticias.com.br/lula-manda-recado-a-trump-ninguem-nos-derrotara-com-mentiras/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[caldasnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Jul 2026 20:24:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em artigo ao jornal norte-americano The Washington Post, o presidente Lula criticou as tarifas impostas a produtos brasileiros O presidente Luiz</p>
<p>O post <a href="https://caldasnoticias.com.br/lula-manda-recado-a-trump-ninguem-nos-derrotara-com-mentiras/">Lula manda recado a Trump: &#8220;Ninguém nos derrotará com mentiras&#8221;</a> apareceu primeiro em <a href="https://caldasnoticias.com.br">Caldas Notícias</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="font-serif font-medium text-neutral-700/75 text-xs md:text-sm line-clamp-3 pr-4">Em artigo ao jornal norte-americano The Washington Post, o presidente Lula criticou as tarifas impostas a produtos brasileiros</p>
<p>O presidente <a href="https://www.metropoles.com/tag/lula" target="_blank" rel="noopener">Luiz Inácio Lula da Silva (PT)</a> criticou as tarifas impostas pelo governo dos Estados Unidos (EUA) a produtos brasileiros em artigo publicado no jornal norte-americano The Washington Post, neste domingo (26/7). O petista envia um recado ao presidente norte-americano Donald Trump, responsável pelo tarifaço que soma 37,5% de taxas ao Brasil: “Ninguém nos derrotará com mentiras”.</p>
<p>No texto, o petista relembra o tarifaço anunciado no ano passado, por meio de uma publicação nas redes sociais de Trump, que fazia  referência ao ex-presidente <a href="https://www.metropoles.com/tag/jair-bolsonaro" target="_blank" rel="noopener">Jair Bolsonaro (PL)</a>. Na avaliação do chefe do Planalto, a fala evidencia que a medida tinha motivação política.</p>
<blockquote class="m-blockquote m-destaque"><p>“Seu primeiro parágrafo fazia referência ao ex-presidente Jair Bolsonaro — que foi condenado no ano passado por tentativa de golpe de Estado no Brasil e agora está em prisão domiciliar —, deixando explícita a motivação política por trás da medida”, escreveu o presidente.</p></blockquote>
<p>Lula também afirma que, apesar dos esforços de negociação, o governo norte-americano desconsiderou os argumentos técnicos apresentados pela equipe brasileira ao aplicar as novas tarifas, que chegam a 37,5%. Ele acrescenta que a medida vai prejudicar o comércio bilateral entre os países.</p>
<blockquote><p>“<span class="highlight highlight-visible">Além de injustas, as novas tarifas são um erro estratégico: elas prejudicarão a economia dos EUA e a parceria entre os EUA e o Brasil.</span> Vários setores industriais dos EUA dependem de insumos brasileiros. Alimentos, calçados, têxteis, móveis, autopeças e muitos outros produtos ficarão mais caros para os consumidores americanos”, argumentou o presidente.]</p></blockquote>
<p>Lula diz ainda que não vão prosperar as “tentativas de impor restrições ideológicas à parceria bilateral ou de instrumentalizá-la para fins eleitorais”. Ele fez menção à fala do secretário de Estado, Marco Rubio, que deixou o Brasil de fora da lista de “amigos” dos EUA no continente americano.</p>
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<blockquote class="m-blockquote m-destaque"><p>“Nunca antes um secretário de Estado norte-americano havia qualificado o Brasil como um país não-amigo. Ninguém vai nos derrotar com base em mentiras”, escreveu o petista.</p></blockquote>
<p>O presidente brasileiro afirmou que as justificativas de Trump para aplicar as tarifas são “infundadas” e defendeu o Pix, sistema de pagamento que é alvo de questionamento pelo governo norte-americano.</p>
<p>O artigo também diz que o Brasil está disposto a manter o diálogo e prega o respeito à soberania entre os países.</p>
<blockquote><p>“Estamos prontos a continuar dialogando de maneira aberta e construtiva, como o relacionamento entre dois países como o Brasil e os Estados Unidos requer. Mas o destino do Brasil compete apenas aos brasileiros, sem interferência externa, nem subserviência”, finaliza.</p></blockquote>
<p><strong>Leia a íntegra do artigo:</strong></p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-17215 aligncenter" src="https://caldasnoticias.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-26-at-17.18.41-219x300.jpeg" alt="" width="281" height="385" srcset="https://caldasnoticias.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-26-at-17.18.41-219x300.jpeg 219w, https://caldasnoticias.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-26-at-17.18.41-749x1024.jpeg 749w, https://caldasnoticias.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-26-at-17.18.41-768x1050.jpeg 768w, https://caldasnoticias.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-26-at-17.18.41.jpeg 1080w" sizes="(max-width: 281px) 100vw, 281px" /></p>
<h2>Tarifas dos EUA contra o Brasil</h2>
<ul>
<li>Em cinco oportunidades, desde o início do atual governo Trump, os Estados Unidos anunciaram tarifas contra o Brasil.</li>
<li>No chamado Dia da Libertação, em 2025, Trump anunciou taxas recíprocas de 10% contra o Brasil.</li>
<li>Em seguida, no dia 9 de julho de 2025, Trump anunciou mais 40% de taxas a produtos brasileiros, que se somaram aos 10% já aplicados, totalizando 50% de alíquota.</li>
<li>A taxa foi justificada, inicialmente, como retaliação pelo o que Trump chamou de “caça às bruxas” contra os ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).</li>
<li>Em fevereiro de 2026, após a Suprema Corte derrubar o tarifaço de 50%, Trump anunciou uma nova alíquota global de 10% para todos os países.</li>
<li>Em junho deste ano, o USTR, órgão comercial dos EUA, concluiu uma investigação contra o Brasil e sugeriu a aplicação de 25% de taxas ao país.</li>
<li>A nova tarifa foi aprovada por Trump e entrou em vigor no dia 22 de julho.</li>
<li>Por último, nessa quinta-feira (23/7), os EUA aplicaram mais 12,5% de taxas ao Brasil e outros países, como resultado de uma investigação sobre suposto trabalho forçado</li>
</ul>
<h2>Missão barrada</h2>
<p>O texto foi publicado no The Washington Post um dia após o <a href="https://www.metropoles.com/mundo/eua-planejam-missao-ao-brasil-para-questionar-eleicoes-diz-jornal" target="_blank" rel="noopener">jornal revelar que autoridades ligadas ao Departamento de Estado</a> planejavam fazer uma visita ao Brasil com o objetivo de colocar em dúvida a lisura do processo eleitoral a poucos meses do pleito de outubro.</p>
<p>A viagem aconteceria logo depois que o senador e candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), questionou o funcionamento das urnas eletrônicas em uma reunião com embaixadores. A movimentação levantou suspeitas no governo brasileiro sobre uma possível tentativa de interferência na disputa eleitoral.</p>
<p>O Ministério das Relações Exteriores (MRE) decidiu negar o visto dos dois funcionários do Departamento de Estado que integrariam a comitiva. <a href="https://www.metropoles.com/mundo/mentira-infundada-eua-negam-plano-para-desacreditar-eleicoes" target="_blank" rel="noopener">A gestão de Donald Trump nega que a visita teria objetivo de descredibilizar as eleições</a>.</p>
<section class="min-w-0 max-w-full space-y-6 overflow-x-clip">
<div class="conteudoNoticia-module__P4yESq__conteudoNoticia enquete-module__5j_1KW__enqueteScope">
<blockquote><p>“Qualquer insinuação de uma ‘conspiração’ para minar a eleição de uma nação democrática é uma mentira infundada. Tratou-se de uma visita de rotina”, diz trecho de nota enviada ao <strong>Metrópoles</strong>.</p></blockquote>
<p>Fonte: Metrópoles.</p>
<p>Foto: Reprodução.</p>
</div>
</section>
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<p>O post <a href="https://caldasnoticias.com.br/lula-manda-recado-a-trump-ninguem-nos-derrotara-com-mentiras/">Lula manda recado a Trump: &#8220;Ninguém nos derrotará com mentiras&#8221;</a> apareceu primeiro em <a href="https://caldasnoticias.com.br">Caldas Notícias</a>.</p>
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		<item>
		<title>Estratégia ou improviso? Goiás repete a tradição de definir chapas na reta final</title>
		<link>https://caldasnoticias.com.br/estrategia-ou-improviso-goias-repete-a-tradicao-de-definir-chapas-na-reta-final/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[caldasnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 18:37:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A política exige coerência dos princípios, ao menos publicamente, e quem não se posiciona cedo o suficiente pode ser atropelado</p>
<p>O post <a href="https://caldasnoticias.com.br/estrategia-ou-improviso-goias-repete-a-tradicao-de-definir-chapas-na-reta-final/">Estratégia ou improviso? Goiás repete a tradição de definir chapas na reta final</a> apareceu primeiro em <a href="https://caldasnoticias.com.br">Caldas Notícias</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-excerpt">A política exige coerência dos princípios, ao menos publicamente, e quem não se posiciona cedo o suficiente pode ser atropelado por quem já está em marcha</div>
<div>
<p class="wp-block-paragraph">Os partidos políticos em Goiás estão esperando até o último momento para divulgar as chapas. É claro que em política, tudo se torna discurso que justifica a ação. Mas devemos suspeitar, porque quase sempre se trata de indecisão mesmo. Lembre-se, tomar o caminho errado, a estratégia equivocada, pode custar muito caro para uma sigla. Principalmente, para aquelas que dependem mais do arranjo partidário do que precisamente dos votos nas urnas.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Nesse sentido, aguardam, aguardam… até não restar nenhuma dúvida. Mas, em muitos casos, perdem grandes oportunidades. Ou melhor dizendo, deixam elas passarem entre os dedos. O ditado popular “mais vale um pássaro na mão do que dois voando” não significa nada para as legendas goianas.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Em outro sentido de análise, não vale a pena para muitos partidos “bater o martelo”, tomar uma decisão, se lá na frente surge um acordo muito melhor. Mas será que sempre ocorre assim, como esperado? Acredito que não. O que se vê, na verdade, é um movimento constante de casamentos e divórcios.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O curioso é que, ao esperar demais, os partidos acabam transmitindo uma imagem de insegurança para seus próprios aliados. A política não se faz apenas de cálculos frios, se faz também de confiança e percepção pública. Quando uma legenda hesita em definir sua chapa, abre espaço para especulações, rumores e até desmobilização de sua base.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O eleitor percebe a indecisão e, muitas vezes, interpreta como falta de preparo ou de clareza sobre o projeto e os princípios que se pretende defender. Nesse jogo, a demora pode ser vista como fragilidade, e não como prudência.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, há quem defenda que a flexibilidade é uma virtude. Em um cenário político marcado por negociações constantes, manter as portas abertas até o último instante pode render acordos inesperados e fortalecer alianças improváveis. O risco, porém, é que essa espera se transforme em paralisia.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A política exige coerência dos princípios, ao menos publicamente, e quem não se posiciona cedo o suficiente pode ser atropelado por quem já está em marcha. Em Goiás, o dilema entre estratégia e amadorismo continua sendo o retrato fiel de partidos que vivem entre o cálculo e a hesitação, sempre tentando equilibrar entre a certeza e a incerteza.</p>
<p>Fonte: Jornal Opção.</p>
<p>Foto: Ilustrativas.</p>
</div>
<p>O post <a href="https://caldasnoticias.com.br/estrategia-ou-improviso-goias-repete-a-tradicao-de-definir-chapas-na-reta-final/">Estratégia ou improviso? Goiás repete a tradição de definir chapas na reta final</a> apareceu primeiro em <a href="https://caldasnoticias.com.br">Caldas Notícias</a>.</p>
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		<item>
		<title>“Não quero um vice para tirar foto”, diz Caiado sobre Kassab na chapa do PSD para as Eleições 2026</title>
		<link>https://caldasnoticias.com.br/nao-quero-um-vice-para-tirar-foto-diz-caiado-sobre-kassab-na-chapa-do-psd-para-as-eleicoes-2026/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[caldasnoticias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 18:47:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ronaldo Caiado oficializou Gilberto Kassab como vice de sua chapa presidencial em Brasília; Kassab criticou atual governo e projetou reformas</p>
<p>O post <a href="https://caldasnoticias.com.br/nao-quero-um-vice-para-tirar-foto-diz-caiado-sobre-kassab-na-chapa-do-psd-para-as-eleicoes-2026/">“Não quero um vice para tirar foto”, diz Caiado sobre Kassab na chapa do PSD para as Eleições 2026</a> apareceu primeiro em <a href="https://caldasnoticias.com.br">Caldas Notícias</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="excerpt mb-3">
<p><em>Ronaldo Caiado oficializou Gilberto Kassab como vice de sua chapa presidencial em Brasília; Kassab criticou atual governo e projetou reformas</em></p>
<p>O tabuleiro político para as eleições presidenciais ganhou um novo integrante nesta quarta-feira (1º), em Brasília. O postulante ao Palácio do Planalto Ronaldo Caiado (PSD) oficializou o presidente nacional de sua legenda, Gilberto Kassab, como o nome indicado para compor a vaga de vice-presidente da sua chapa. A movimentação ocorre a exatas três semanas do <a href="https://www.nsctotal.com.br/noticias/calendario-eleitoral-2026-veja-as-principais-datas-a-partir-do-inicio-da-campanha-ate-o-2o-turno" target="_blank" rel="noreferrer noopener">início das convenções partidárias</a> do dia 26 de julho do partido, e consolida uma estratégia de <a href="https://www.nsctotal.com.br/noticias/e-um-caminho-sem-volta-a-fala-de-caiado-ao-anunciar-kassab-como-vice-em-chapa-do-psd-a-presidencia" target="_blank" rel="noreferrer noopener">chapa unificada para a corrida eleitoral de outubro</a>.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter" src="https://img.nsctotal.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Fillipe-Briner-NSC-Total-5.jpg" alt="" width="477" height="268" /></p>
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<h2 id="h-discurso-de-ruptura-e-criticas-duras-de-kassab" class="wp-block-heading">Discurso de ruptura e críticas duras de Kassab</h2>
<p>O lançamento das pré-candidaturas na sede do partido foi marcado por declarações contundentes a respeito da atual conjuntura do funcionalismo e da gestão federal. Kassab pautou sua fala na necessidade de <strong><a href="https://www.nsctotal.com.br/noticias/caiado-kassab-oficializam-chapa-eleicoes-2026-disparam-contra-flavio-bolsonaro-lula" target="_blank" rel="noreferrer noopener">restabelecer a credibilidade do governo</a></strong> perante a população, apontando disfunções crônicas na administração e no combate a desvios.</p>
<p>A República está podre e os poderes estão contaminados com ineficiência, e isso acaba abalando a confiança da sociedade brasileira na República. Hoje consolidamos o projeto de mudança; vamos mostrar que o PSD está preparado para dar as respostas que a sociedade precisa — declarou o agora candidato a vice-presidente.</p>
<h2 id="h-alinhamento-estrategico-para-o-comando-do-pais" class="wp-block-heading">Alinhamento estratégico para o comando do país</h2>
<p>Ao defender a escolha de Kassab para o posto, Ronaldo Caiado frisou que a montagem do grupo priorizou a capacidade de gestão compartilhada e <a href="https://www.nsctotal.com.br/noticias/minha-candidatura-independe-dessa-situacao-diz-caiado-sobre-flavio-bolsonaro" target="_blank" rel="noreferrer noopener">estabilidade nas negociações políticas</a>, afastando o caráter ornamental que historicamente atinge as vice-presidências.</p>
<p>Você tem que ter uma chapa pensando exatamente na governabilidade. Eu não quero um vice para tirar foto, quero um vice para governarmos juntos. O Kassab é o vice sonhado por qualquer candidato. A nossa chapa é uma realidade para o povo brasileiro — destacou Caiado.</p>
<h2 id="h-ausencias-de-caciques-e-logistica-de-campanha" class="wp-block-heading">Ausências de caciques e logística de campanha</h2>
<p>O desfalque de grandes lideranças do partido na cerimônia, tais como os governadores e candidatos Raquel Lyra (PE), Fábio Mitidieri (SE), Mateus Simões (MG) e Eduardo Paes (RJ), virou alvo de questionamentos. No entanto, Kassab tratou de desmentir qualquer boato de racha interno, esclarecendo que as lideranças estão focadas no encerramento do prazo legal para entregas de obras, que se esgota em 4 de julho.</p>
<p>Os governadores têm somente mais dois dias para inaugurações. Não vamos tirar os governadores dos estados para isso — apontou.</p>
<p>Sobre o apoio à candidatura majoritária, Kassab adiantou que os estados terão <strong>total autonomia</strong> para traçar alianças e caminhos próprios na eleição, indicando que, embora Paes possa ter dinâmicas próprias no Rio, há a expectativa de suporte na estrutura do comitê.</p>
<h2 id="h-apoio-regionais" class="wp-block-heading">Apoio regionais</h2>
<p>A tese de capilaridade nacional foi endossada por Caiado logo após o ato político: “Nós temos apoio no interior do Paraná, em <a href="https://www.nsctotal.com.br/colunistas/anderson-silva/como-joao-rodrigues-avalia-a-pre-candidatura-de-caiado-a-presidencia-da-republica" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Santa Catarina com João Rodrigues</a>, onde estaremos amanhã. No Rio de Janeiro, o Kassab esteve lá e teremos nosso comitê com Eduardo Paes. Em São Paulo, com o próprio Kassab. No Nordeste, temos apoio de senadores e deputados na Paraíba, no Ceará e em Pernambuco”.</p>
<p>O evento contou com alianças políticas e empresariais, nomes de peso, como o do ex-governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda (PSD) , o empresário e ex-político Paulo Octávio, <a href="https://www.nsctotal.com.br/noticias/daniel-vilela-e-o-novo-governador-de-goias-apos-caiado-deixar-governo" target="_blank" rel="noreferrer noopener">o atual governador do estado de Goiás Daniel Vilela (MDB)</a>, além de senadores e deputados da sigla marcaram presença.</p>
<h2 id="h-projecao-de-investimentos-e-corte-de-subsidios" class="wp-block-heading">Projeção de investimentos e corte de subsídios</h2>
<p>A chapa projeta ainda uma injeção de recursos nas áreas sociais por meio de economia governamental. A meta informada de arrecadação supera o montante de <strong>R$ 1 bilhão</strong> através de <strong>cortes administrativos</strong>.</p>
<p>O governo não conseguiu trazer a transparência para os recursos públicos e fazer uma reforma administrativa bem-feita. Sem esses subsídios e privilégios que não precisam existir, poderíamos ultrapassar mais de R$ 1 bilhão para investir em infraestrutura, saúde, segurança e educação — concluiu o vice do PSD.</p>
<p>Fonte: NSC Total.</p>
<p>Foto: Reprodução.</p>
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		<title>CCJ da Câmara aprova PEC que reduz maioridade penal de 18 para 16 anos; texto avança no Congresso</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 19:01:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Proposta de Emenda à Constituição estabelece que maioridade é atingida na adolescência, quando pessoa será considerada penalmente imputável. PEC precisa</p>
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<p>Proposta de Emenda à Constituição estabelece que maioridade é atingida na adolescência, quando pessoa será considerada penalmente imputável. PEC precisa ser votada em comissão especial e no plenário.</p>
<p>A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados deu aval nesta quarta-feira (10) a uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos.</p>
<p>O texto é de autoria do então deputado Gonzaga Patriota (PSB- PE) e voltou à pauta após pedido de vista — mais tempo para analisar o projeto — dos deputados. A proposta foi aprovada por 44 votos favoráveis e 18 contrários.</p>
<p>A PEC foi o único item da pauta da reunião desta quarta. Com a aprovação do parecer favorável à tramitação do texto, agora cabe ao presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), criar uma comissão especial para debater o conteúdo da proposta.</p>
<p>Só depois o texto vai ao plenário, onde precisará do apoio de, no mínimo, 308 deputados em dois turnos de votação. E, se aprovada na Câmara, a redução da maioridade deverá ser votada no Senado.</p>
<p>Nesta terça-feira (9), os parlamentares começaram a discussão da PEC, mas a votação foi adiada, porque a sessão de votações no plenário começou e a reunião da comissão precisou ser interrompida (relembre mais abaixo).</p>
<p><strong>O que diz o projeto?</strong></p>
<p>A proposta altera o artigo 228 da Constituição para estabelecer que a maioridade é atingida aos 16 anos, idade a partir da qual a pessoa é considerada penalmente imputável.</p>
<p>Atualmente, o mesmo artigo diz que os menores de 18 anos são inimputáveis e sujeitos às normas da legislação especial.</p>
<p>Governistas argumentaram que a PEC desfigura um dos direitos e garantias fundamentais da Constituição, trecho que não poderia ser alterado por emenda por ser considerado cláusula pétrea.</p>
<p>Já o relator, deputado Coronel Assis (PL-MT), afirmou que a PEC não afronta a Constituição e tratados internacionais ratificados pelo Brasil.</p>
<blockquote><p>“Não há violação em discutir-se a redução da idade penal. A imputabilidade penal aos 16 anos não configura, por si, afronta a tratado internacional de direitos humanos ratificado pelo Brasil, desde que preservados os direitos fundamentais do menor no processo penal, notadamente o tratamento distinto dos adultos”.</p></blockquote>
<p><strong>Relator enxugou texto</strong></p>
<p>Além de reduzir a maioridade penal, o texto original da PEC tornava obrigatório o voto para maiores de 16 anos e reduzia a idade mínima para concorrer a cargos eletivos. O texto permitia que um cidadão pudesse ter 16 anos para concorrer a vereador. Hoje, o mínimo é 18.</p>
<p>A idade mínima para se candidatar a presidente e senador passaria dos 35 para os 30 anos e de 21 para 18 anos para deputados federais, estaduais, prefeitos e vereadores.</p>
<p>No entanto, o relator, deputado Coronel Assis (PL-MT), retirou esses trechos da proposta e manteve apenas as alterações que tratam da maioridade penal.</p>
<p>Segundo o parlamentar, os dispositivos tratavam de matéria de direitos políticos, “estranha à imputabilidade penal” e ofendiam “o princípio da unidade de matéria”.</p>
<p><strong>Discussões</strong></p>
<p>Governistas, contrários à proposta, obstruíram os trabalhos da comissão na tentativa de adiar a votação. Eles apresentaram requerimento do chamado “kit obstrução”, como pedido de retirada de pauta, mas acabaram derrotados. A discussão, no entanto, se alongou.</p>
<p>A deputada Erika Kokay (PT-DF) disse que a emenda é inconstitucional.</p>
<blockquote><p>“Estão querendo colocar os adolescentes em um sistema prisional superlotado, em que não há nem segurança alimentar. Está se querendo tirar garantias e direitos fundamentais. Uma cláusula pétrea não pode ser modificada por emenda constitucional. É uma matéria que fere direitos e garantias individuais”, afirmou.</p></blockquote>
<p>A deputada Talíria Petrone (PSOL-RJ) afirmou que a matéria não interessa ao Brasil e que a oposição defende uma falsa solução.</p>
<blockquote><p>“Não é possível pensar no futuro do Brasil sem pensar nas crianças e nos adolescentes. Não é uma agenda que interessa o futuro do Brasil” afirmou. “Não vai resolver o problema da segurança pública. É um uso eleitoreiro”.</p></blockquote>
<p>Favorável à PEC, o deputado Lucas Redecker (PSDB-RS) disse que muitos adolescentes cometem crimes pela sensação de se sentirem impunes.</p>
<blockquote><p>“Eu acho que os adolescentes 16 a 18 anos, que muitas vezes são os ponta de lança dos crimes de facções criminosas e de forma independente, justamente por não terem a questão da punibilidade da maneira que deveriam ter, cometem esses crimes”.</p></blockquote>
<p><strong>Discussão retomada</strong></p>
<p>A redução da maioridade penal chegou a ser incluída na PEC da Segurança Pública. A proposta, com alterações na política de segurança pública, foi originalmente apresentada pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sem o dispositivo.</p>
<p>O texto, no entanto, foi levado à votação sem o trecho que previa a mudança. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB) disse à época que a discussão sobre a maioridade penal seria tratada em texto separado, em momento oportuno.</p>
<p>O argumento utilizado por Motta para convencer o relator foi a possibilidade de que toda a PEC fosse rejeitada no Senado caso a redução da maioridade penal estivesse presente.</p>
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<div class="block-podcast">Fonte: G1. Globo.</div>
<div>Foto: G1.</div>
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